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BIG BANG:
Reflexões universais

Isso não é o universo. Mas acredito que você já percebeu.

Onde é o “fora”, quando jogamos algo fora? É apenas uma sensação de estarmos anos-luz de distância, como se nossas atitudes e abstenções não impactassem o planeta.

O impacto negativo das atividades humanas na natureza é tão extenso quanto o próprio universo. No dia a dia, esse fluxo de ações corre de forma linear para longe dos nossos olhos. Flui para longe, para não atrapalhar o modo de vida com o qual nos acostumamos.

 

Pesquei alguns reflexos do nosso comportamento no rio da cidade. À distância, nem sempre se pode enxergar; é preciso se aproximar para compreender. Estamos calmos e tranquilos demais com o que vemos, com o que nos informam e com o que escolhemos ignorar. Quanto tempo temos antes de estar realmente inconformados, inquietos, mobilizados e desesperados?

 

Desde que terceirizamos nossas responsabilidades, não temos garantia alguma dos nossos próprios impactos negativos. São as embalagens que não desaparecem como nos afirmam e nossos resíduos que são lançados nas águas sem tratamento. Não é mais uma questão de desinformação, mas de inércia. Continuamos culpando uns aos outros e assistindo a destruição do planeta em alta definição.

 

Ao observar essas imagens, o convite é refletir sobre a dualidade entre a potencial beleza e a dura realidade das intervenções humanas. O contraste entre o natural e o “humanizado” sublinha a urgência da crise ambiental, enquanto a estética das fotografias sugere uma nova forma de enxergar o mundo.

 

Big Bang é apenas um começo, mas acredita-se na infinitude de sua expansão. Essa exposição é a abertura para um tema que necessita de atenção, tempo, conhecimento e ação. É necessário começar de algum lugar, mas o tempo corre contra nós.  

QUER SABER MAIS OU TIRAR DÚVIDAS SOBRE PLÁSTICO E CONSUMO DESCARTÁVEL?

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